Paula Borghi e Mauricio Carrilho

Detalhes

19:00
12/06/2019
Auditório Radamés Gnattali
Paula Borghi é natural de Santo André (SP). Iniciou seus estudos musicais no Conservatório de Tatuí, aos nove anos de idade. Na instituição formou-se em Aperfeiçoamento no Violão Erudito (2006), Musicalização Infantil para Educadores (2008) e Violão MPB/Choro (2011). Ainda em 2011 graduou-se pela UNIMEP no curso de Licenciatura em Música. Conquistou o 1º lugar em diversos concursos importantes de violão, entre eles o Concurso de Violão Solo do Conservatório de Tatuí (2002 e 2003) e Concurso Souza Lima - SP (1999 e 2005). Em 2013, lançou o disco Café da Dona Chica com o grupo Água de Vintém. No mesmo ano lançou um disco da coletânea 8 Com em duo com Maurício Carrilho. Participou de várias oficinas e festivais, entre eles o 3º e 7º Brasil Instrumental, 43ª Semana da Música, 1º e 2º Encontro Internacional de Violonistas do Conservatório de Tatuí, 7ª Mostra Acadêmica , 1ª Semana da Música e 4ª Jornada da Educação da UNIMEP, 2ª,3ª, 4ª e 5ª Semana Seu Geraldo de Música em Leme e 6º e 7º Festival de Choro do Rio de Janeiro. Tocou em diversas formações instrumentais ao lado de grandes músicos como Maurício Carrilho, Cristóvão Bastos, Alessandro Penezzi, Nailor Proveta, Pedro Amorim, Toninho Carrasqueira, Aquiles Morais, Ronaldo do Bandolim, Antônio Rocha, Luciana Rabello, Toninho Feragutti, Paulo Sérgio Santos entre outros. Atualmente ministra aulas na Escola Portátil de Música e na Casa do Choro, Rio de Janeiro.

Mauricio Carrilho é violonista, compositor, arranjador, produtor musical. Desde sua estreia profissional em 1977, no grupo Os Carioquinhas, Mauricio Carrilho vem se dedicando à preservação da história da música brasileira. Sua atuação como violonista (de 6 e 7 cordas) e arranjador é há muito conhecida do público, graças a seus numerosos trabalhos ao lado de ícones como Elizeth Cardoso, Chico Buarque, Francis Hime, Paulo Cesar Pinheiro e tantos outros. Além disso, é intensa sua atuação em grupos instrumentais como a Camerata Carioca, nos anos 70, que teve como mentor ninguém menos que Radamés Gnattali, O Trio, pequena usina de grandes sons que montou na década de 90 juntamente com Pedro Amorim (bandolim) e Paulo Sérgio Santos (clarinete), Sexteto Mauricio Carrilho e outros. Sempre preocupado com a difusão e disseminação da música brasileira, Mauricio é fundador, coordenador e professor da Escola Portátil de Música. Ao mesmo tempo, Mauricio é vice-presidente do Instituto Casa do Choro, instituição responsável pela Escola Portátil e e pela Casa do Choro que tem como principal objetivo o registro e a preservação de acervos e da memória da música popular carioca, em especial o choro.

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